quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

PlayStation 4 chegará no final de 2013

No recente PlayStation Meeting, a Sony confirmou que o PlayStation 4 chegará mesmo no final de 2013.

No evento em Nova Iorque, representantes da Sony confirmaram que provavelmente no Natal as lojas norte americanas vão receber e vender o novo console.
 
Ainda não há data definida para o lançamento oficial nos outros países.

Fonte: http://www.eurogamer.pt/articles/2013-02-21-playstation-4-chegara-em-2013

A AMD explica o que é APU

Para o pessoal que está em dúvida sobre essa nova tecnologia,  segue aí um vídeo explicativo.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Um pouco da história do Java

A contribuição mais importanda da revolução do microprocessador até essa data é que ele tornou possível o desenvolvimento de computadores pessoais, que agora contam com mais de um bilhão em todo o mundo. Os computadores pessoais afetaram profundamente a vida das pessoas e a maneira que as organizações conduzem e gerenciam seus negócios.

Os microprocessadores têm um impacto profundo em dispositivos inteligentes de consumo popular. Reconhecendo isso, a Sun Microsystems, em 1991, financiou um projeto de pesquisa corporativa interna que restultou em uma linguagem baseada em C++ que seu criador, James Gosling, chamou de Oak em homenagem a uma árvore de carvalho vista por sua janela na Sun. Descobriu-se mais tarde que já havia uma linguagem de computador com esse nome. Quando uma equipe da Sun visitou uma cafeteria local, o nome Java (cidade de origem de um tipo de café importado) foi sugerod; e o nome pegou.

O projeto de pesquisa passou por algumas dificuldades. O mercado para dispositivos eletrônicos inteligentes destinados ao consumidor final não estava se desenvolvendo tão rapidamente como a Sun tinha previsto. Por uma feliz casualidade, a Web explodiu em popularidade em 1993 e a Sun viu o potencial de utilizar o Java para adicionar conteúdo dinâmico, como interatividade e animações, às páginas da Web. Isso deu vida nova ao projeto.

A Sun anunciou o Java formalmente em uma conferência do setor em maio de 1995. O Java chamou a atenção da comunidade de negócios por causa do enorme interesse na Web. O Java é agora utilizado para desenvolver aplicativos corporativos de grande porte, aprimorar a funcionalidade de servidores da Web (os computadores que fornecem o conteúdo que vemos em nossos navegadores da Web), fornecer aplicativos para dispositivos voltados para o consumo popular (como telefones celulares, pagers e PDAs) e para muitos outros propósitos.

Fonte: Java Como Programar - 8ª Edição.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Microsoft publica preview do Windows Embedded Standard 8

A Microsoft publicou uma versão de testes do Windows Embedded Standard 8, uma versão do sistema dela para dispositivos embarcados. Normalmente o Windows Embedded é utilizado em dispositivos de controle de acesso, caixas eletrônicos, equipamentos industriais e médicos diversos, entre outras áreas.

O download está disponível na forma do Community Technology Preview. Vários componentes comuns do Windows 8 estão sendo portados para ele, incluindo os recursos de toque e aplicativos Metro, o que poderá facilitar a interação com os usuários em diversos tipos de máquinas. Isso implica em grandes mudanças no sistema, levando para esta versão muito daquilo que se viu no preview do Windows 8 para desktops.

O preview do Windows Embedded Standard 8 está disponível apenas para processadores x86. Ele facilita a intregração de certos tipos de aplicativos, funcionando de forma um pouco mais modular do que o tradicional Windows que conhecemos.

Vários recursos comuns do Windows 8 estão disponíveis nele já, como o AppLocker para bloqueio de aplicativos indesejados, BitLocker para criptografia do dispositivo de armazenamento, aquele famigerado boot protegido com UEFI, entre várias outras coisas listadas neste documento (PDF).

A edição Enterprise desta versão do Windows deverá ser lançada três meses depois que o Windows 8 para desktops for lançado, com a edição Standard vindo depois de seis meses. A versão Embedded Compact deve aparecer já no segundo semestre. Tudo indica que também estará disponível para ARM, seguindo a linha do Windows daqui para frente.

Assim como nas outras versões de testes desta edição do Windows, é necessário preencher um cadastro e responder a uma pesquisa para obter a chave de registro (famoso número serial) e iniciar o download. Essa versão de testes irá expirar em janeiro de 2013. Na prática qualquer um com uma Windows Live ID pode baixar.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2012-03/windows-embedded-standard8.htm

sábado, 3 de março de 2012

Programador do Megaupload recebe liberdade condicional



O responsável pela programação do site Megaupload, Bram van der Kolk, após ter o direito à liberdade condicional na Nova Zelândia, deixou a sede do tribunal de North Shore, nesta quinta-feira, junto com a esposa. As informações são da agência "EFE".

Sócio da empresa, Van der Kolk, de 29 anos, aguarda o julgamento de extradição aos Estados Unidos pelas acusações de pirataria virtual, crime organizado e lavagem de dinheiro ao lado do fundador da página, Kim Dotcom, e mais outros cinco acionistas.

O holandês recebeu o direito à condicional junto com o responsável técnico Finn Batato, de 38 anos, em janeiro, mas estavam presos aguardando o parecer sobre a idoneidade dos locais de residência propostos. O técnico, no entanto, ficará no presídio por mais uma noite, por ainda não ter recebido a permissão por escrito da esposa de Kim Dotcom autorizando sua estadia na mansão do dono da empresa.

Cofundador do Megaupload, Mathias Ortmann, 40 anos, irá ao tribunal de Manukau nesta quinta-feira para saber se tem ou não liberdade condicional.

Fonte: http://www.sidneyrezende.com/noticia/161625+programador+do+megaupload+recebe+liberdade+condicional

Hackers atacaram Nasa pelo menos 13 vezes em 2011, diz agência


Foto: DivulgaçãoA Agência Espacial dos Estados Unidos, Nasa, afirmou esta semana que foi vítima de 13 grandes violações em seus sistemas, provocadas por hackers, apenas no ano passado. Entre os ataques, foram roubadas credenciais de funcionários e acessados projetos confidenciais para missões do grupo.


De acordo com o inspetor-geral da Administração Nacional de Aeronáutica e do Espaço, Paul Martin, essa sensibilidade diante dos hacker pode ser prejudicial à segurança do país. Ele comentou sobre o assunto durante um Congresso que tratou exatamente das violações cibernéticas.
Ele explicou que em novembro a Nasa conseguiu identificar que os hacker estavam trabalhando a partir de um endereço protocolar (IP) da China. De lá, eles teriam invadido a rede do Laboratório de Propulsão de Jatos (JPL, sigla em inglês), um dos principais laboratórios da agência norte-americana, responsável por 23 das mais importantes espaçonaves do país. De lá são conduzidas missões como as mais recentes para Marte, Saturno e Júpiter.

Martin admitiu que os hackers conseguiram um acesso total ao sistema do laboratório, o que deu a eles capacidade para modificar ou deletar quaisquer documentos, além de criar novas contas de usuários e implantar ferramentas para drenagem de informação. Ao fim, eles puderam ainda modificar o registro de acessos do sistema e esconder suas intervenções.
O inspetor-geral explicou que a agência procura melhorar a defesa contra esse tipo de ataque, porém que tem sido lenta para codificar os dados dos computadores e laptops, o que dificultaria que as informações pudessem ser acessadas pelas "pessoas erradas".

Fonte: http://www.sidneyrezende.com/noticia/164063+hackers+atacaram+nasa+pelo+menos+13+vezes+em+2011+diz+agencia

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Você sabia que usar um estabilizador não serve para nada?

Conectar o computador nesses aparelhos pode não ser uma boa ideia. Confira agora quais são os motivos para essa afirmação.

Pare tudo o que está fazendo e olhe para o seu computador. Responda para você mesmo: onde ele está conectado? A resposta que a grande maioria dos usuários deve dar é a mesma: estabilizador. O equipamento é responsável pela conexão de aparelhos eletrônicos a tomadas na casa dos brasileiros há décadas, antes mesmo de existirem os computadores pessoais.

Isso acontece porque, desde os idos de 1940, o Brasil sofre com a instabilidade na tensão das redes elétricas, o que pode causar problemas sérios aos aparelhos eletrônicos. Mas você já se perguntou se os estabilizadores realmente conseguem estabilizar as correntes elétricas para mandar um sinal limpo aos dispositivos?
O Tecmundo foi atrás das informações para mostrar se a afirmação “Usar um estabilizador não serve para nada” é realmente correta. Aproveite este artigo para tirar todas as dúvidas que você possui em relação aos aparelhos e também para saber se vale a pena utilizar estabilizadores para ligar os seus eletroeletrônicos.

O que prometem?

Quando um estabilizador é comprado, os consumidores estão esperando uma série de vantagens para seus equipamentos. Promete-se aos usuários, que os dispositivos serão os principais responsáveis pelo nivelamento da tensão elétrica (voltagem) da rede. Com isso, picos de energia não afetariam diretamente os aparelhos.

Teoricamente, sempre que a rede elétrica sobe de tensão, os estabilizadores entram em ação para regular a voltagem aplicada a cada aparelho e evitar que eles sejam queimados. Quando a rede baixa sua tensão, o processo ocorre de maneira inversa: ele é utilizado para aumentar a tensão e não deixar que os eletrônicos sejam desligados. Ressaltamos: teoricamente.

O que eles realmente fazem?

Pode-se dizer que os estabilizadores servem para queimar no lugar dos aparelhos. Como assim, Tecmundo? É simples, todos eles são construídos com um fusível de proteção, que é queimado em situações de tensão muito instável da rede elétrica. Quando isso acontece, o estabilizador deixa de funcionar e o fornecimento de energia é interrompido.

Dessa forma, a instabilidade na tensão (possíveis sobrecargas) não chega diretamente aos eletroeletrônicos e estragos maiores são evitados. Fora isso, também se pode dizer que estabilizadores são excelentes extensores de capacidade para tomadas (os populares “Benjamins” ou “Tês”). Isso porque permitem que vários aparelhos sejam ligados em uma mesma tomada, mas sem riscos de curto-circuito (um perigo existente).

Nós contatamos o professor do Departamento de Eletrotécnica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Eduardo Romaneli, doutor em Eletrônica de Potência, para trazer um parecer técnico ao artigo. Ele nos deu várias informações que comprovam a ineficácia dos estabilizadores em redes domésticas no Brasil.

Segundo ele, atualmente, com o desenvolvimento de fontes de alimentação universais que atuam automaticamente em redes de 127 V ou 220 V, o uso de estabilizadores é desnecessário. O professor pondera também que estabilizadores não têm capacidade para atuar na qualidade da energia elétrica, por isso, as redes com altos níveis de poluição não têm suas tensões corrigidas (inclusive, há casos em que a qualidade do sinal entregue aos dispositivos eletrônicos é inferior ao da rede comercial).

Romaneli afirma ainda que os melhores estabilizadores oferecem tempos de resposta em torno de 8,3 milissegundos, o que ainda é considerado muito alto. Esse tempo de resposta, quando muito alto, pode ser responsável por falhas de funcionamento em aparelhos sensíveis. Outro ponto negativo é a limitação do efeito de estabilização da tensão limitada a alguns patamares fixos.

Dessa forma, fica claro que a real funcionalidade dos estabilizadores está muito aquém do que se espera de um dispositivo eletrônico de manutenção elétrica. Então surge outra dúvida na cabeça dos usuários: existe algo que possa ser utilizado para uma manutenção da tensão elétrica que seja realmente eficaz?

Filtros de linha: um pouco menos de decepção

Filtros de linha são um pouco melhores do que estabilizadores, mas estão bem longe de serem os verdadeiros salvadores. A grande maioria deles não corrige problemas na rede elétrica, passando o mesmo ruído recebido pela tomada para os aparelhos que estiverem conectados. Pelo menos é isso que acontece com os filtros mais baratos do mercado.
Quem pode gastar um pouco mais encontra nos filtros de linha com suporte para filtragem eletromagnética uma boa opção. O problema é que, no Brasil, esse tipo de componente é raro e a grande maioria dos “filtros” não passa de extensões. Isso acontece porque não há componentes de filtragem, apenas o fusível para bloquear possíveis surtos de tensão (igual ao que acontece com os estabilizadores).

Qual a verdadeira salvação?

Infelizmente, a alternativa que realmente funciona é um pouco mais cara do que estabilizadores e filtros de linha. Estamos falando dos no-breaks. Esse tipo de componente elétrico oferece proteção em quatro frentes diferentes:
  • Proteção contra surtos de tensão;
  • Proteção contra queda de tensão;
  • Proteção contra queda na energia (falta de luz);
  • Proteção contra oscilação da frequência.
Dentro do segmento dos no-breaks, ainda é possível dividi-los em dois tipos diferentes. Os no-breaks offline, que são os mais comuns e baratos, são muito indicados para residências, pois conseguem armazenar energia elétrica em suas baterias para suprir a necessidade por curtos períodos de tempo, além de manter o sinal elétrico estável e limpo.

Já grandes servidores costumam utilizar no-breaks online, que são o que existe de mais completo em termos de prevenção de problemas elétricos. Esse tipo de aparelho está em constante troca de energia, pois alimenta os computadores (por exemplo) com a carga da bateria, ao mesmo tempo em que se recarrega pela energia oriunda das tomadas.
Segundo o já mencionado professor Eduardo Romaneli, são os no-breaks online que oferecem segurança e estabilidade mais confiáveis. O problema, como já dissemos, são os altos custos para a aquisição deles. Por isso, estima-se que a maioria esmagadora desses no-breaks está instalada para alimentar servidores e centrais vitais para as empresas.

Nota-se, portanto, que em instalações elétricas domésticas é muito mais recomendado o uso de no-breaks offline. Mas isso somente em locais onde a rede elétrica é instável demais, causando surtos de sinal que possam ocasionar estragos nos aparelhos eletrônicos. Em redes mais estáveis, a utilização de filtros de linha com suporte a filtragens eletromagnéticas seria suficiente.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/energia/10658-voce-sabia-que-usar-um-estabilizador-nao-serve-para-nada-.htm